Destino,
A quem se destina o meu coração?
Um sábio me contou que as pessoas têm a capacidade de escrever com o coração. Desde então é o que venho tentando fazer.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Orfeurídice
Eurídice,
Tão cobra quanto a cobra que lhe causou a morte.
Cobra,
Que foge e que morde
Que mata e morre
Que vai para as trevas.
Orfeu,
Que canta e encanta
Que os males espanta
Que assim chega às trevas.
Tentou salvar seu amor,
À Eurídice seu canto destinou.
Foi proibido de olhar para trás,
(Ver seu anjo, seu amor, sua mulher)
Enquanto das trevas não saísse.
Não resistiu,
Olhou,
Eurídice então evaporou.
Orfeu, não chore
Apenas cante,
Cante...
Destinos cruzados,
Amores destinados,
Um triste fim.
Raissa Guida
Tão cobra quanto a cobra que lhe causou a morte.
Cobra,
Que foge e que morde
Que mata e morre
Que vai para as trevas.
Orfeu,
Que canta e encanta
Que os males espanta
Que assim chega às trevas.
Tentou salvar seu amor,
À Eurídice seu canto destinou.
Foi proibido de olhar para trás,
(Ver seu anjo, seu amor, sua mulher)
Enquanto das trevas não saísse.
Não resistiu,
Olhou,
Eurídice então evaporou.
Orfeu, não chore
Apenas cante,
Cante...
Destinos cruzados,
Amores destinados,
Um triste fim.
Raissa Guida
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Ordem cronológica
Música ouvida
Palavra repetida
Amizade conseguida
Aula perdida
Tentação sofrida
Paixão perseguida
Dor sentida
Coisas da vida.
Palavra repetida
Amizade conseguida
Aula perdida
Tentação sofrida
Paixão perseguida
Dor sentida
Coisas da vida.
sábado, 2 de outubro de 2010
Reflexão do dia
Acredite que hoje pode ser melhor do que ontem, e amanhã pior do que hoje.
Então faça hoje tudo o que tem que fazer!
Já estou indo!
Beijos,
Tchau
Então faça hoje tudo o que tem que fazer!
Já estou indo!
Beijos,
Tchau
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
VIDA
Bem, aqui estou eu
Mais uma vez
Caneta e papel
Sonhos,pesadelos
Verdades e mentiras
Se concretizam neste momento.
(Quando penso.)
Quando escrevo
É como se.. todo um filme de minha vida
Roubasse meu momento.
E ele passa agora em minha mente..
Lembro de amores que vieram e se foram
De momentos que gostaria que voltassem
De dores que gostaria de esquecer.
Lembro também das brincadeiras de infância
Que já não podem voltar
Alegrias pequenas,
Um abraço apertado, daqueles que já se foram
Um beijo roubado,
Uma fantasia real.
Tento não esquecer de minha primeira palavra no papel
Mas me lembro que já não me lembro mais.
Vida..
Levando e trazendo tudo o que amamos -e odiamos-..
Vida..
Como um vento que sopra e leva a poeira embora
Leva também, as boas lembranças..
Raissa Guida
Mais uma vez
Caneta e papel
Sonhos,pesadelos
Verdades e mentiras
Se concretizam neste momento.
(Quando penso.)
Quando escrevo
É como se.. todo um filme de minha vida
Roubasse meu momento.
E ele passa agora em minha mente..
Lembro de amores que vieram e se foram
De momentos que gostaria que voltassem
De dores que gostaria de esquecer.
Lembro também das brincadeiras de infância
Que já não podem voltar
Alegrias pequenas,
Um abraço apertado, daqueles que já se foram
Um beijo roubado,
Uma fantasia real.
Tento não esquecer de minha primeira palavra no papel
Mas me lembro que já não me lembro mais.
Vida..
Levando e trazendo tudo o que amamos -e odiamos-..
Vida..
Como um vento que sopra e leva a poeira embora
Leva também, as boas lembranças..
Raissa Guida
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Complexo Adeus
Enfim aqui estou eu,
Jogada no mais infinito vazio
Esgotada e aos prantos.
A dor que acolhe minha alma
Me angustia e me acalma
Me irrita e apazigua
E eu já não sei se a quero mais.
Vá embora!
Grito como uma fera,
Tiro o espinho de dentro de mim.
E agora, rosa.
Rosa sem espinhos.
Flor que cheiro,
Que sinto,
Que amo.
Complexo?
Adeus.
Raissa Guida
Jogada no mais infinito vazio
Esgotada e aos prantos.
A dor que acolhe minha alma
Me angustia e me acalma
Me irrita e apazigua
E eu já não sei se a quero mais.
Vá embora!
Grito como uma fera,
Tiro o espinho de dentro de mim.
E agora, rosa.
Rosa sem espinhos.
Flor que cheiro,
Que sinto,
Que amo.
Complexo?
Adeus.
Raissa Guida
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
A mar
O poeta se apaixonou.
Não pela bela menina,
Não pela encantadora mulher.
Apaixonou-se pelo mar,
Pela água em si.
E foi amor a primeira vista.
Viu, com toda sua sensibilidade,
Que a água era o reflexo de tudo o que ele conhecia.
E, com toda sua sabedoria,
Apenas apreciou.
Em silêncio.
Um silêncio profundo..
Jamais contou sua paixão a alguém,
Para que não lhe roubassem.
E todos os dias apreciou sua bela.
Morreu.
A água não, o poeta.
Estava doente.
Atirou-se ao mar,
Por amor.
No fim da vida
Entregou-se aos braços da amada.
E agora,
Descansa em paz.
Raissa Guida
Não pela bela menina,
Não pela encantadora mulher.
Apaixonou-se pelo mar,
Pela água em si.
E foi amor a primeira vista.
Viu, com toda sua sensibilidade,
Que a água era o reflexo de tudo o que ele conhecia.
E, com toda sua sabedoria,
Apenas apreciou.
Em silêncio.
Um silêncio profundo..
Jamais contou sua paixão a alguém,
Para que não lhe roubassem.
E todos os dias apreciou sua bela.
Morreu.
A água não, o poeta.
Estava doente.
Atirou-se ao mar,
Por amor.
No fim da vida
Entregou-se aos braços da amada.
E agora,
Descansa em paz.
Raissa Guida
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